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“O dia que eu quiser, eu emagreço!”

Eloi Angelo

“O dia que eu quiser, eu emagreço!”

Quantas vezes eu já não escutei esse frase, quantas vezes eu mesmo já não havia dito essa frase até o dia que tentei emagrecer (de verdade) e NÃO consegui.

Sempre fui magro e sempre foi muito tranquilo me manter magro até os meus 30 anos de idade. Era só deixar de ir um pouco aos rodízios e me exercitar mais que o problema estava resolvido. Era o famoso “gastar mais do que se consome”. Sempre funcionou assim, sempre teve muita lógica esse raciocínio. Obrigado à mãe natureza pela genética!

Passados mais alguns anos, por volta de 2015 e já na casa dos 40 anos, com correria no dia-a-dia, sempre comendo fora de casa, relaxando nos exercícios, eis que uns quilinhos a mais apareceram e ficaram visíveis também aos outros, pela primeira vez! Mesmo com os meus 1,95m já estava beirando os 130kg. Escutava muito: “mas você é alto”, “não parece tão pesado”. Infelizmente os meus joelhos e as minhas costas pareciam não concordar muito com essas opiniões. Ficava ofegante ao subir as escadas para meu apartamento. Não, não moro no décimo andar, moro apenas no segundo.

Resolvi que já estava na hora de emagrecer e voltar à saúde de antes. Ainda com o mesmo pensamento de gastar mais do que consumia, passei os próximos 8-10 meses fazendo 2-3 horas de atividades quase que diariamente. Para minha decepção, emagreci cerca de 4 kg nesse período. Provavelmente um pouco mais levando em consideração o acréscimo de massa muscular. Mesmo assim, o que aconteceu? Eu sabia que comia menos, comia melhor e me exercitava mais do que quando era mais novo e mesmo assim não emagrecia e a barriga não ia embora!?! O que estava acontecendo?!

Foi quando comecei a pesquisar, por conta própria, onde havia errado. Por que essa questão do balanço calórico não funcionava, mesmo os profissionais da área e a mídia falando que esse era o caminho (Ex: “Medida Certa”, rede Globo). Eu sabia que a culpa não era minha, pois havia me esforçado verdadeiramente e mesmo assim com um resultado pífio. Culpa da mesma genética que ora me ajudava e agora havia me abandonado? Não creio…

Deixei de lado as minhas certezas e comecei a pesquisar do “zero”. Não foram poucos temas: O corpo humano, alimentação, hormônios, exercícios, sono, doenças, ambiente, etc. Foram muitas horas de palestras, seminários, artigos científicos, relatos, blogs de médicos e nutricionistas, etc. (obrigado internet!). A parte mais difícil foi identificar o que fazia sentido e o que não fazia pois já tinha alguns conceitos pré estabelecidos e uma tendência lógica de acreditar em profissionais da área.

Uma vez que entendi o que eu estava fazendo de errado, coloquei em prática o novo plano. Logo no primeiro mês, havia emagrecido por volta de 8kg. Reduzi então a carga de exercícios a menos de metade do que realizava e, depois de mais uns 3 meses, havia perdido outros 15 kg. Cheguei então aos meus atuais 105kg, que mantenho a mais de um ano e meio sem precisar fazer grandes esforços, sem precisar contar calorias. Que alívio!

Esse é o meu melhor conselho para quem quer emagrecer: Estude! Entenda o que acontece com você. Não aceite explicações só porque você leu em algum blog ou alguém te falou, mesmo que seja um profissional. Vá atrás da verdade e mude de opinião se precisar. É a sua saúde que está em jogo e não a deles.

   

por Eloi Angelo, HORA DE MUDAR, https://www.facebook.com/eupossoeuvou/

 

Autor:

Eloi Angelo – Hora de mudar

  

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