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A história de um peso

Júci de Paula

Comigo foi assim:

Eu nunca fui “magra”. Nunca. Com 12 anos de idade eu tinha 1,60 e usava 38-40. Não lembro o quanto pesava, mas lembro de usar as MESMAS roupas que minha mãe, uma pessoa de 1,54 m, aos seus 37-38 anos de idade. Aos 12 anos, com 1,60, eu deveria usar no máximo 36, não 38-40. Desenhando: aos 12 anos eu tinha uma composição corporal compatível com o de uma mulher ADULTA de 30 anos. Faz o teste: jogue dados aleatórios e, depois, altere apenas a idade nesta calculadora, pra ver que, conforme a idade, o mesmo “peso” pode estar acima, abaixo ou “na faixa da normalidade”: https://www.tuasaude.com/calculadora/imc/36/54/1,6/1/M/

Estes pelo menos 6 – 8 quilos a mais do que deveria ter, enquanto adolescente e jovem, eram um sinal de que sempre tive uma certa descompensação hormonal, mais emissão de resistinas, leptinas, necrose tumoral alfa, por parte do tecido adiposo, e uma crescente lenta e constante de Resistência à Insulina ao longo dos anos. E, logo em seguida, com 18-19 anos, as roupas da minha mãe não me serviam mais. Eu havia crescido mais do que os 1,60 m? NÃO, eu havia crescido PARA OS LADOS.

Conforme os anos se passaram, cheguei ao manequim 42. Não me incomodava, nunca me incomodou, na verdade. Mas, não lembro o porquê, decidi que iria emagrecer. Fiz restrição calórica, havia dias em que passava fome, meessmo. Emagreci. Cheguei a 54 quilos, talvez, manequim 36 – 38. Comprei roupas. E engordei tudo de novo. Perdi as roupas, L…

E assim foi, até que, em fevereiro de 2014, estava usando 44. 73 quilos. Destes eu me lembro. E o mais engraçado: NÃO sei como cheguei nestes 73. É como se um dia eu acordasse e, “oh, estou com 73 quilos, o que significa 16 – 17 a MAIS”, assim, do NADA. Segui o baile, não via um motivo pelo qual “passar fome de novo” e eu me alimentava “bem”, né? De acordo com as “diretrizes da pirâmide alimentar”, claro… – Ah, a inocência…

MAS, ei, eu não estava preocupada, lembra? E foi assim que, em 2015, eu, 1, 60 m, estava com belos 84 quilos. Como descobri? Quando comecei um novo trabalho e precisei fazer exame médico, subi na balança e o susto aconteceu – 84 quilos. Claro que não podia ser, né? E, nah, nem era tão grave… Quando precisei experimentar o uniforme, rs, 46! AAAAHHHH, daí, eu vi: ops, parece que estou um pouquinho “grande”…

E, de novo: eu não sabia de onde estes MAIS 10 – 11 quilos vieram. Afinal, comia muitas saladas, um pouco de carne, não exagerava nas gorduras, comia pão caseiro, com grãos e farinha de trigo integral, a sogra fazia. Comia macarrão de massa com ovos, né? Muito saudável. E bebia “iogurte” sabor morango, comia frutas como lanche. E bolachas integrais, né? Inclusive à noite, com chás. E uns cachorro-quentes inocentes nas sexta-feiras, com pouca maionese. Quando não era pizza, claro. Mas, hei, pizza não passa de trigo (carboidrato) com queijo (gordura e proteína), então não é diferente do pão, trigo (carboidrato) com margarina (gordura trans) ou com “vina”/salsicha e batata palha. Se o pão com margarina todo dia é “saudável”, então a pizza e o cachorro quente também são, né? AHAM… Três “alimentos” muito saudáveis, ahahahhaha…. E com salada, MUITA. Sim, sério: em casa éramos, eu e o marido, os reis dos “sanduíches naturais saudáveis”, só umas folhas de queijo, tomates, MUITAAA alface, hamburguer, pouca margarina ou maionese, pão com grãos, claro, que é “mais saudável”. “Sanduíches naturais”, gente… “naturais”, aham, é, davam numa árvore no quintal, ahaahahhaah…

Meça o tamanho da cegueira da pessoa: comia carboidratos o DIA todo, principalmente trigo e afins, ou seja, lixo nutricional, calorias vazias, repletos de antinutrientes e glúten, e daí “oh, não sabia por que” tinha dores do meio do ciclo (aquelas que parecem cólica menstrual, mas acontecem na ovulação), ou alergias respiratórias, com direito a precisar de inalação com broncodilatadores e visitar hospitais em meio a crises, ou mal conseguindo subir escadas ou andar 600 m sem arfar (poxa vida, eu tenho pernas curtas e fazia cerca 3 km em 24 – 25 minutos, andando de boas, tranquilinha, e, de repente, não conseguia andar nem 1 km???), pés e mãos geladas sempre, problemas de pele, azia e dessarranjos quando comia determinados alimentos (ovo, café, saladas temperadas com vinagre), dormindo mal, sem energia durante o dia…

O mais louco de tudo isto: era NORMAL. Pensa: era NOR-MAL tomar antiácidos, ser obrigada a usar garrafas de água quente para os pés gelados, a prisão de ventre, corticoides para a disidrose, a ferida áspera que não cicatrizava nunca, a fome estranha logo após o almoço e os 27 quilos a mais, que nem notava. São disfunções que HOJE tenho consciência de que eram reflexo DIRETO da forma desrespeitosa e inconsequente como me alimentava e que só ficaram evidentes porque, depois que limpei a minha dieta, curiosamente, estas “condições de saúde” meio que “voltavam” quando eu fazia uma refeição com os lixos nutricionais que consumia anteriormente.

Contando a partir de Set/2015, levei +/- 1 ano e 7 meses para emagrecer de 83-84 até 56-57 (cheguei a me manter em 58 – 59, durante um tempo e agora estou em 56 – 57 de novo). Fazendo contas e conjecturando: 1 ano e 7 meses, 19 meses, 83-84 – 56-57 = +/- 27 quilos. Dividido pelos meses, 27 / 19 = 1,42 quilos por mês.

– Como a minha motivação inicial era “perda de peso”, para o psicológico, teria sido uma derrota ter emagrecido a cada mês 1,42, provavelmente, eu teria desistido no meio. Que bom que no 1.º mês foram uns 3 quilos e, ainda melhor que neste primeiro 1.º mês eu conheci o Blog do Dr. Souto (www.lowcarb-paleo.com.br ) e a turma da “Comida de Verdade”;

– em 4 meses emagreci 10 quilos. Opa, péra, Foram 3 no 1.º mês, certo? Em 4 meses não deveria ser 12 quilos, então? Pois é: NÃO FORAM. Faltaram 2. E lembrando: 83-84 para 74 fazia diferença PARA MIM porque eu estava descendo no número de roupas. Para as OUTRAS pessoas… Bem, olhem a foto. Se eu fosse esperar aprovação alheia para o meu emagrecimento… TSC, TSC, TSC…

Ao final de +/- 10 meses, eu havia emagrecido 20 quilos. Ah, se em 10 meses se foram 20, então os outros 7 seria em.. 3 meses? AHAHAHA, NÃO! Levou mais uns 8 ou 9, talvez 10 meses. Chegou nos 72 e não descia mais. Depois, chegou nos 64 e ANCOROU. Daí, chegou em 61-62. Ancorou de novo. E, de repente, caiu pra 58, 57, 56. Daí, voltou pra 58, caiu para 56-57, e está assim atualmente. Que louco, não? Na verdade, nada louco. É assim que o processo é, para maioria das pessoas, uma descida cheia de “subidinhas” pelo meio do caminho:

 

ERROS e DESCOBERTAS durante o processo:

– problema com “termogênicos”. Café com manteiga e óleo de coco. Quase todo mundo AMA (o que tomam café, né? Obviamente.)… Eu gosto. MAS NÃO POSSO. Comigo é a RECEITA do desastre. Fico elétrica, doidona, acelerada, ansiosa. O resultado? VONTADINHAS DE COMER. E é uma #@#%@ porque eu como 5 ovos, um pratão de salada e mais uns queijos. Estou vazando, explodindo, não cabe mais nada. Passou a vontadinha de comer? NÃO;

– Chazinho ou água “saborizada” de canela com gengibre. De novo: “termogênico”. De novo: eletricidade exagerada, aceleração, ansiedade => VONTADINHAS DE COMER. TUDO;

– laticínios pela manhã. O Dr. Souto fala nos podcasts (aliás, vá atrás de ouvi-los!!! http://emagrecerdevez.com/category/podcasts-triboforte) que, no dia em que ele não pretende almoçar ou não está com fome, ele coloca uma colher de nata no café, pela manhã e segue o dia todo, se precisar, tranquilo. Se eu faço isto… AHAHAHAHAAHAH… apresento-lhes a JÚCI BOQUINHA NERVOSA: é “comível”? TÔ COMENDO!

– carboidratos de AMIDO ou açúcar, pela manhã. Mas quem foi que abriu as portas do inferno e deixou a minha fome escapar? Aahahhaah… Pois é. Pra mim, o lance é JEJUAR pela manhã. Depois da Low Carb, acordo sem fome, então, fica susse. E, se for comer carbos pesados, tipo batata frita (sim, eu como batata frita de vez em quando, as caseiras, feitas na banha de porco – https://resistencia-insulina.com.br/2017/03/eu-nao-jaco-ou-importancia-de-entender.html ), durante a janela aberta, tem que ser uma janta mais cedo. Ou acordarei querendo comer as paredes no dia seguinte, 😛 ;

– “Júci, Miga, sua Loka: Pipoca é CARBOIDRATO DE AMIDO, tá?” => Aahahhahaha… Lembra do meu suposto “plateau”, ou “platô”, com 62 quilos? Pois é: ainda não havia descoberto o lance do creme de leite/nata, óleo de coco no café, então, chegava à tarde, eu queria comer TUDO, qualquer coisa comível”. E dá-lhe pipoca, 2, 3 vezes por semana, 90 – 100 g por vez. Mas, né? pipoca pode, é rica em fibra, uhum… Pipoca “tem amido resistente”, né? AHAM, claro… AHAHAHAHAHA, RESISTENTE AO EMAGRECIMENTO, né? Toupeira! Resultado? Eu não saia dos 62 quilos… DÃÃ!!! Óbvio! ‘tava colocando um “termogênico”, café com óleo de coco, o que me fazia ficar ansiosa. Daí, comia pipoca, carboidrato de AMIDO… Oh, my. E queria emagrecer, né? Tsc, tsc, tsc… Ah, a inocência… Co-mo-ven-te;

– FIBRAS. Ah, fibras, fibras, fibras. Fibras para todos. Muita chia adicionada a TUDO, muito “psyllium”, muita farinha de casca de maracujá. Tudo para quê? Para poder comer alguns carboidratos sem ter pico de insulina ou muita fome logo após. Ou, porque, né?, “ajuda a diminuir a fome”. Resultado? Fezes secas, ardência ao evacuar, “prisão de ventre”. Era a Low Carb “per se” que estava me ressecando? Não!, eram as minhas “suplementações” com fibras;

– Trigo. Em Set/2015, quando comecei uma “R.A.” (reeducação alimentar), com lanchinhos, a cada 3 horas e tal, uma amiga me disse “troque o pão pela tapioca, por causa do glúten”. E eu fiz. Deixei coisas com trigo para o “dia do lixo”. No primeiro mês, ainda antes de conhecer Comida de Verdade com Low Carb, notei duas coisas: a azia sumiu e meus pés estavam quentes!!! <3 <3 <3 O que era a “causa”? Trigo e os fermentos usados nos produtos com trigo, detonavam a minha tiroide, que é a maior regente da temperatura corporal. Tirei o lixo da mesa, eliminei o problema. ;);

– Glúten. Como toda pessoa “inocente”, eu pensava que não tinha problema algum com glúten. Afinal, comia desde sempre, né? Não tinha diarreia, não tinha dores, não tinha coceiras. Ah, ops, péra: tinha sim. Uma coceira dos infernos, Disidrose nos pés, às vezes nas mãos e no corpo. E uma ferida cascuda no cotovelo, que não sarava, não adiantava esfoliar, hidratar, óleo de coco, nada. Psoríase. Que misteriosamente desapareceram quando parei de fazer “dia do lixo” e só deram as caras uma semana após ter “comido” uma cerveja (o marido fez “Picadinho Gambá”, um prato em que vai 1 lata de cerveja preta). Posteriormente, quando me contaminei com glúten, na faculdade, sem saber, quem foi que apareceu de novo? Coceira maldita. Pesquisando, confirmei: muitas doenças autoimunes são sintomas de que o corpo não lida mais com as agressões causadas pelo glúten no intestino. Neste link para uma lista de doenças que podem funcionar como “sinais clínicos” de problemas com glúten: http://glaucia-vivasemgluten.blogspot.com/2014/01/doenca-celiaca-e-doencas-associadas.html Sim, querida pessoa, “sinais clínicos” porque são mensuráveis e porque há “relatos de casos” de remissão de alguns deles, devidamente documentados na literatura científica.

 

E, talvez, as coisas mais importantes estejam aqui:

– A diferença entre Alimento, Comida e Lixo Nutricional:

— Alimento, ALIMENTA, NUTRE, tem proteínas e gorduras essenciais, vitaminas e minerais, necessárias ao corpo, alguns até tem fibras solúveis, rs. Seria óbvio, mas como as pessoas esqueceram, é necessário lembrar;

— Comida é algo que podemos fazer com Alimentos, ou não, comida não necessariamente nutre o corpo com vitaminas e minerais. Um exemplo disto é a tapioca. Mandioca é o alimento, quando cozida ou fermentada, porque crua ela pode ser venenosa (HCN, ácido cianídrico). Tapioca é uma comida que se pode processar a partir da mandioca, quase sem nutrientes, é praticamente puro amido, tem uma quantidade ridícula de fibras, ou seja, não nutre, não “alimenta”. Mas, ainda assim, é uma Comida;

— Lixos comestíveis são coisas não têm nutriente algum e/ou, quando as têm basicamente o “composto vitamínico-mineral” funciona como ANTI-NUTRIENTE, não há função benéfica para o corpo. Bolacha recheada com “vitaminas”, cereal matinal “enriquecido com vitaminas e minerais”, pães e coisas feitas com trigo, não interessa se integral ou branco, sempre tem “ferro e ácido fólico”, mas as proteínas contidas no trigo, principalmente o conjunto chamado glúten, estão associadas a danos no intestino, a chamada permeabilidade intestinal. O tipo de amido contido no trigo é especialmente viciante e rápido para elevar a glicemia em níveis que, com o passar do tempo e com a constância, o corpo não consegue lidar. Mesmo quando há alguma fibra, no caso do trigo integral, esta fibra É PREJUDICIAL porque é rígida, dura demais, faz danos mecânicos na pele, no epitélio de revestimento, do intestino. Ou seja: não só é lixo nutricional ou uma “besteirinha inocente”, é ativamente DANOSO ao corpo, à saúde.

– A diferença entre simplesmente Emagrecer e Construir Saúde para emagrecer:

— para Emagrecer, basta fechar a boca, segurar as vontades de comer isto ou aquilo, passar fome, matar-se na academia, até quando der. Depois, quando não aguentar mais a vidinha medíocre de contar calorias, de ficar regulando porçãozinha de bolacha com chazinho, comendo peito de frango-borracha-esturricada-com-arroz-integral, ou quando alcançar o “peso”, volta a comer “normal” e engordar o dobro. Legal, Fera! Muito bem, Flipper!

— para Construir Saúde para emagrecer, dá um pouco mais de trabalho: precisa ler, usar de senso crítico para escolher adequadamente as informações, largar mão da preguiça, um pouco, :P, e ir pra cozinha, aprender e ACEITAR que existe diferença entre alimento, comida e lixo comestível, entender e ser FIRME no AUTO-RESPEITO, desde a escolha dos alimentos até dos profissionais de saúde para parcerias. Dá muito mais trabalho, uhum. E mais garantias de sucesso, também.

E, por fim:

– O SEU CORPO NÃO MENTE. Aprenda a OUVIR e, mais importante, a RES-PEI-TAR SEU CORPO! Não interessa que a(o) o “profissional de saúde X” diz que “glúten só faz mal para celíacos” (este seu “profissional” aí tem que estudar mais, hein? Recomendo que comece com um basicão: Tom O’Bryan – “Como tratar doenças autoimunes” –  ISBN: 978-8593156373. Depois, ‘bora estudar os “ncbi” que o Tom lista no livro, também) se você percebe melhoras quando diminui a frequência de consumo ou quando fica sem, DANE-SE que o “especialista” disse: O SEU CORPO NÃO MENTE e fala tudo o que precisa saber.

– Busque informação de qualidade, EMPODERE-SE e cuide-se, é a SUA saúde que está em jogo, no fim é você terá que conviver com as CONSEQUÊNCIAS das suas escolhas.

– Quando encontrei esta foto de 2014 (obrigada, Sogro! AHAHAHAH), hoje, em 2018, mal consegui acreditar nos meus olhos. Sabe aqueles pacotes de 5 quilos de arroz no mercado? Eu carreguei 5 e meio deles no meu corpo, todos os dias, por pelo menos 2 anos e não percebia, só consegui “captar” o significado real, o quanto isto me afetava DEPOIS que me livrei deles. Atualmente há um papo muito bonito sobre “aceite-se como é”, distorcido e usado por alguns grupos como incentivo a manutenção do excesso de peso corporal, “meus exames (a glicose e o colesterol) estão normais, então estou saudável”. Ah, é, né? Muuuiiiiittttooo saudável, né? Com síndrome dos ovários policísticos, SOP. Com cólicas menstruais cavalares. Com “alergias” respiratórias que não passam nunca. Com transtorno de ansiedade generalizada, TAG. Com manchas escuras no pescoço, axilas e virilha. Com aquelas “verruguinhas” e fibroma moles penduradas pelo rosto e corpo. Com problemas de pele e um monte de doenças que os médicos dizem ser “do estresse”. Aham. Com dificuldade pra dormir, causada por apneia do sono. Matando “uzotro” com o mau cheiro toda vez que vai ao banheiro. É, percebe-se que está “muito saudável”, mesmo. Aham… “Tá ssserto”… Gente, NÃO, SÓ NÃO. “Ah, mas eu sou magro / conheço gente magra que tem tudo issaê…”. Não duvido. A única diferença entre estas pessoas é que a obesa tem a chance de ir procurar ajuda antes e conseguir se livrar de tudo isto. É importante se aceitar? Muito. E faz parte de se aceitar caminhar para uma saúde, sair do conformismo, do costume de viver mal, de viver a base de remédios. Isto não é vida, é sobreviver. NINGUÉM deveria precisar “sobreviver o tempo todo”, a gente quer VIVER, é diferente. Então, não, não é só 27 quilos a mais. É TUDO QUE VEM JUNTO.

‘bora, Povas e Povos, retomar o controle da nossa saúde em mãos!!!

 

Autora:

Júci de Paula

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